Japão
Chá no Japão: do matcha ao chanoyu
Como a Camellia sinensis chegou ao Japão, virou arte no chanoyu e convive com o sencha, o hojicha e o mugicha de cada verão.
Cerimônias, rituais e hábitos de beber infusões em países e regiões diferentes. Oito páginas sobre como diferentes povos preparam, servem e compartilham suas infusões.
Japão
Como a Camellia sinensis chegou ao Japão, virou arte no chanoyu e convive com o sencha, o hojicha e o mugicha de cada verão.
China
A região de origem da Camellia sinensis desenvolveu seis grandes categorias de chá, o ritual gongfu cha e uma cultura de infusões e flores.
Reino Unido
Do comércio de chá com a China à mesa de scones e sanduíches: como a Inglaterra fez do chá um costume nacional e inventou o Earl Grey.
Índia
Chá preto, leite, açúcar e especiarias fervidos juntos: a bebida das ruas indianas, nascida do encontro entre a tradição regional e o comércio.
Marrocos
Chá verde, hortelã fresca e açúcar, servido de grande altura em bule de prata: o gesto de hospitalidade que sintetiza o Marrocos.
Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai
Da bebida guarani ao chimarrão gaúcho, ao tereré paraguaio e ao mate argentino: a erva-mate como laço social no Cone Sul.
Turquia
Chá preto servido em copos de tulipa e preparado em chaleira dupla: o çay, bebida onipresente da Turquia e dos seus encontros.
Brasil
Capim-limão, boldo, hortelã e camomila: como as infusões de quintal fazem parte da memória familiar brasileira e exigem uso informado.